Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

E tinha razão, como quase sempre.

Um dia o meu pai disse-me que não havia melhor forma de fazer a barba. Que nada batia uma barba feita assim, e que só desistiu disso porque a navalha dele tinha tido um acidente e ficou com o cabo partido. Ainda me lembro dela, e do assentador. Ambos andavam lá por casa, e acho que um dia destes os procuro.

E tudo isto porque deixei crescer demais a barba, e não me apeteceu aparar com a máquina do cabelo antes de lhe meter a típica lámina descartável. Encontrei um sítio que vendia navalhas de barbear, comprei uma, e aos 27 anos tornei-me finalmente homem.